Selo 2.0 — API e Integração

API-first: contrato público para os 90+ fornecedores de automação cartorária

No legado, a integração é via SOAP/WCF sem contrato formal — cada fornecedor faz engenharia reversa. No Selo 2.0, tudo é endpoint antes de virar tela: API REST com contrato OpenAPI 3.1 versionado, eventos em tempo real e SDKs oficiais.

Superfícies de integração

API REST (OpenAPI 3.1)

  • Reservar selos sob demanda (1..N)
  • Vincular selo ao ato transmitido
  • Cancelar / correlacionar / retificar (fluxos auditados)
  • Consulta e verificação pública (rate-limited, sem auth)

Eventos

  • Webhooks, SSE e WebSocket
  • Crítica, aceite, cancelamento, correlação em tempo real
  • Fim do "transmite e espera o lote processar"

SDKs oficiais

  • .NET, Java, Node e Python
  • Pacote de pré-validação local (52 críticas offline)
  • Ambientes separados de homologação e produção

Credenciamento

  • Onboarding self-service com certificado ICP-Brasil
  • Meta: cartório integrado em menos de 60 minutos
  • mTLS + ABAC por perfil e tenant

Referências nacionais

Estados com selo digital consolidado publicam contrato técnico formal: a PB documenta Web Service com lotes de até 10.000 selos e arquivos de 2 MB; o CE publica 6 módulos de Web Service com ambientes de homologação e produção. O próprio TJPB construiu sua camada de comunicação reutilizando as interfaces do TJSC por convênio — prova de que contrato bem definido viaja entre estados. O Selo 2.0 nasce com essa lição: contrato público, versionado e federável (pronto para o SERP, Lei 14.382/2022).

Especificação completa dos endpoints disponível na documentação técnica do projeto.

An unhandled error has occurred. Reload 🗙

Rejoining the server...

Rejoin failed... trying again in seconds.

Failed to rejoin.
Please retry or reload the page.

The session has been paused by the server.

Failed to resume the session.
Please retry or reload the page.